Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando Clarice Lispector
sábado, 28 de agosto de 2010
Era uma tarde gelada e chuvosa daquelas que chegada arrepio apenas com um olhar eu estava sentada á janela tentando racicinar porque todos são tão diferentes não dizendo que queria que tudo fosse igual mas que maldade e bondade, ingenuidade e malicia, força e fraqueza fossem separadas para que inocentes não se firam e bons não sejam afetados pela praga da maldade e fracos não fossem zombados uma sociedade de preconceito seria apenas um boato do qual passaria pelos ouvidos mas não seria admiravele entre eles seria uma grande confusão um caos mas seria questão de escolhamas infelizmente não é assim. Que saco-disse em um suspirolongo caindo no sono-.
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